Foi uma criança tranquila e pacata. A vida inteira concordei com o que meu pai dizia sobre tal temperamento: “Quase nasceu em berço esplêndido!” Alusão ao ter nascido um dia anterior ao da comemoração da independência do Brasil, o que mais tarde questionei intimamente, visto que “berço esplêndido” é uma expressão do Hino Nacional e não do Hino à Independência. Tal purismo não importa, todavia. O fato é que daquele comportamento infantil resultou um adulto de têmpera digna, sensata e humana, na acepção real da palavra.
E não é que, apesar de tal consideração da minha parte, o dia 6 de setembro passou e não o cumprimentei? Lembrei-me, de fato, hoje pela manhã, com aquele sentimento de remorso e uma ponta de raiva pelo retardamento da memória. Talvez eu ligue durante o dia, sem apresentar desculpas pela falta de justificação. Quem sabe eu mencione a falha da memória devido à idade! O que explica, mas não justifica, dada a quantidade de dispositivos que nos cercam para nos lembrar de datas que julgamos importantes. De um mero calendário na parede, ao celular e ao computador, diariamente presentes no nosso cotidiano.
Como dizia o apresentador do noticiário: “Falha nossa!”
O fato de determinarmos certas marcações temporais para comemorarmos, ou lembrarmos, de certos acontecimentos como nascimento, morte, noivado, casamento, certamente nos trazem, vez por outra, situações embaraçosas, pois acabamos julgados como esquecidos, ou negligentes até. Que o digam todos os homens quando confrontados com a memória feminina no campo das efemérides! Não há como competir!
Resolvi então, abrir de certa forma meus sentimentos e pensamentos e postar no meu blog, não como uma homenagem ou presente porque o Mano Beto merece muito mais que isso, mas como uma forma de dirigir um pouco de carinho, abertamente, a uma pessoa que julgo merecer mais do que tem. Não sei se e quando darei um presente, desses embrulhados de modo especial, com cartão e tudo, mas desde sempre tenha a certeza que de algum jeito retribuirei à sua fraternidade e bondade.
Chega, que a pieguice está na iminência de assumir o texto!
É isso! Parabéns, Mano, por mais um ano de vida!
FRASE
“Se o homem procurasse ser bom tanto quanto se esforça por parecê-lo, sê-lo-ia, sem dúvida.”
E não é que, apesar de tal consideração da minha parte, o dia 6 de setembro passou e não o cumprimentei? Lembrei-me, de fato, hoje pela manhã, com aquele sentimento de remorso e uma ponta de raiva pelo retardamento da memória. Talvez eu ligue durante o dia, sem apresentar desculpas pela falta de justificação. Quem sabe eu mencione a falha da memória devido à idade! O que explica, mas não justifica, dada a quantidade de dispositivos que nos cercam para nos lembrar de datas que julgamos importantes. De um mero calendário na parede, ao celular e ao computador, diariamente presentes no nosso cotidiano.
Como dizia o apresentador do noticiário: “Falha nossa!”
O fato de determinarmos certas marcações temporais para comemorarmos, ou lembrarmos, de certos acontecimentos como nascimento, morte, noivado, casamento, certamente nos trazem, vez por outra, situações embaraçosas, pois acabamos julgados como esquecidos, ou negligentes até. Que o digam todos os homens quando confrontados com a memória feminina no campo das efemérides! Não há como competir!
Resolvi então, abrir de certa forma meus sentimentos e pensamentos e postar no meu blog, não como uma homenagem ou presente porque o Mano Beto merece muito mais que isso, mas como uma forma de dirigir um pouco de carinho, abertamente, a uma pessoa que julgo merecer mais do que tem. Não sei se e quando darei um presente, desses embrulhados de modo especial, com cartão e tudo, mas desde sempre tenha a certeza que de algum jeito retribuirei à sua fraternidade e bondade.
Chega, que a pieguice está na iminência de assumir o texto!
É isso! Parabéns, Mano, por mais um ano de vida!
FRASE
“Se o homem procurasse ser bom tanto quanto se esforça por parecê-lo, sê-lo-ia, sem dúvida.”
Cristina da Suécia
